Como prosseguir quando o seu pet morde um rato

Hoje em dia, nossos pets fazem parte da família. Por isso, é muito natural se preocupar com a saúde e bem-estar deles.

Sendo assim, o que fazer quando seu pet morde um rato? Existem riscos de infecções? É grave? Como proceder?

Mantenha a calma e continue lendo para saber exatamente o que fazer nessa situação.

Meu pet mordeu um rato, e agora?!

Em um primeiro momento, quando percebemos que nosso pet mordeu um rato, é comum ficarmos preocupados. Mas a situação não é grave.

O primeiro passo é colocar luvas de borracha. Afinal, antes de qualquer coisa, é importante estar protegido.

Depois, lave toda a região do pet que entrou em contato com o roedor. Utilize água corrente e sabonete neutro e, com calma, esfregue toda parte do corpo que você sabe ou imagina que entrou em contato com o rato, principalmente as patinhas.

Após esse primeiro passo, as chances de contaminação já estão bastante reduzidas. Preste bastante atenção se existem sinais de mordidas ou arranhões no seu pet, pois essas são as áreas que mais precisarão de limpeza.

Em seguida, o ideal é levar o pet até um veterinário. Afinal, apenas um profissional poderá avaliar com certeza se houve contaminação ou não.

Se houver necessidade, o veterinário fará um curativo. Nos casos mais graves, um medicamento também pode ser necessário.

Depois da visita ao veterinário, o mais importante é ficar atento à saúde do animal nos próximos dias e semanas.

A leptospirose costuma ser a maior preocupação nesses casos. Porém, vale ressaltar que, apesar da péssima fama, nem todos os ratos são transmissores da doença. Eles precisam estar contaminados pela bactéria para fazê-lo.

Ou seja, se o seu pet mordeu ou apenas entrou em contato com um roedor, isso não significa necessariamente que ele adquiriu a doença.

Daí vem a importância de prestar bastante atenção nos bichinhos nos dias seguintes ao contato.

Um cachorro contaminado pela leptospirose, por exemplo, apresentará falta de apetite, vômito e febre. Como a bactéria atinge os rins e o fígado, um sintoma comum é a icterícia, que poderá ser notada pelo amarelamento das mucosas, como olhos e gengivas.

Caso o pet apresente algum desses sinais ou qualquer comportamento estranho após o contato com o rato, é importante retornar ao veterinário.

A leptospirose é tratada com antibióticos e há sim, possibilidade de cura. Porém, quanto mais rápido o tratamento for iniciado, maiores e melhores são as chances de uma boa recuperação.

Vale ressaltar a importância de vacinar, anualmente, os pets. Atualmente, existem vacinas múltiplas, que protegem os animais contra até quatro tipos de leptospirose.

Esteja sempre atento também aos casos de sua região. Caso você more numa área endêmica, ou seja, em que há frequentes casos de leptospirose, é importante vacinar os pets duas vezes por ano.

Lembre-se também que, se houver presença frequentes de ratos em sua residência ou região, pode ser interessante optar pela utilização de repelente eletrônico, para erradicar qualquer risco à saúde dos animais.

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